Alan Boss, investigador do Instituto de Ciência de Carnegie, avançou a hipótese de existirem planetas como o nosso espalhados pela galáxia durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência realizado em Chicago.
Durante o seu discurso, Alan Boss revelou que os telescópios detectaram até ao momento cerca de 300 planetas fora do sistema solar. A maioria são formados por gás como Júpiter, poucos são os que conseguiriam suportar vida.
Em declarações à BBC o investigador afirmou "não só são provavelmente habitáveis como poderão a vir ser habitados", avançando que o processo de habitação poderá ser iniciado com formas de vida que povoaram a Terra há cerca de três ou quatro biliões de anos atrás - bactérias.
Uma investigação realizada pela Universidade de Edimburgo tentou quantificar o número de civilizações "lá fora" e as conclusões apontam para alguns milhares daquele género.
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23 de fev. de 2009
16 de fev. de 2009
Sandisk e Sony Com Memory Sticks de 2TB
A concorrência é sempre salutar e um excelente exemplo é o facto da Associação SD ter como objectivo atingir os 2TB de capacidade nos cartões SDXC. Em resposta a Sony em parceria com a SanDisk falam já do desenvolvimento de cartões Memory Stick que podem atingir a capacidade de 2TB. Na esperança de responder à procura de cartões com maior capacidade devido às fotografias e vídeos de alta resolução.
O formato Memory Stick para Alta Capacidade Estendida será o responsável por expandir o anterior formato 'Memory Stick PRO', que inclui os modelos Memory Stick PRO, Memory Stick PRO HG e Memory Stick Micro (M2), para atingir um máximo de capacidade de armazenamento de 2TB, tratando-se de 60 vezes mais que o actual limite de 32GB.
Não sendo o aumento de capacidade por si só um feito a enaltecer, a Sony e a Sandisk procuram ir mais longe e no que respeita a velocidades de transferência prometem levar os novos formatos a novos limites. Com um interface paralelo de 8-bit podem atingir velocidades de até 60 MB/s, três vezes mais que os cartões M2 disponíveis actualmente. Mesmo os novos Memory Stick HG Micro também serão alvo da nova extensão de capacidade podendo conter até 2TB.
De acordo com as empresas parceiras, o licenciamento dos formatos relativo ao Memory Stick para Alta Capacidade Estendida e o 'Memory Stick HG Micro estão programados para o corrente ano de 2009.
O formato Memory Stick para Alta Capacidade Estendida será o responsável por expandir o anterior formato 'Memory Stick PRO', que inclui os modelos Memory Stick PRO, Memory Stick PRO HG e Memory Stick Micro (M2), para atingir um máximo de capacidade de armazenamento de 2TB, tratando-se de 60 vezes mais que o actual limite de 32GB.
Não sendo o aumento de capacidade por si só um feito a enaltecer, a Sony e a Sandisk procuram ir mais longe e no que respeita a velocidades de transferência prometem levar os novos formatos a novos limites. Com um interface paralelo de 8-bit podem atingir velocidades de até 60 MB/s, três vezes mais que os cartões M2 disponíveis actualmente. Mesmo os novos Memory Stick HG Micro também serão alvo da nova extensão de capacidade podendo conter até 2TB.
De acordo com as empresas parceiras, o licenciamento dos formatos relativo ao Memory Stick para Alta Capacidade Estendida e o 'Memory Stick HG Micro estão programados para o corrente ano de 2009.
12 de fev. de 2009
Duelo de titãs: Ubuntu vs. Vista vs. Seven
O murmúrio acerca das novidades do Windows 7 tem sido quase constante, mas como é que este novo sistema operativo se compara ao Ubuntu em testes da vida real?
Colocámos o Ubuntu 8.10, o Windows Vista e o Windows 7 frente-a-frente (versões 32-bit e 64-bit) para observar a forma como o Ubuntu 8.10 enfrenta o seu novo adversário. E, só para testar, fizemos testes usando também o novo Jaunty Jackalope com o novo sistema de ficheiros ext4.
Quando os utilizadores de Windows afirmam que a instalação do Windows 7 é mais fácil do que nunca, o que será que querem mesmo dizer? Quando afirmam ser mais rápida, é fruto da sua imaginação, ou a Microsoft terá mesmo melhorado? E, talvez o mais importante, quando os benchmarkers de Linux nos mostram o poderio do ext4 face ao ext3, será que isto se traduz em benefícios reais para o utilizador?
Estas são questões que quisemos responder, e então, pedimos à Dell que nos fornecesse uma máquina de grande performance, dando asas ao alto desempenho destes sistemas operativos.
Máquina de testes:
* CPU Intel Core i7 920, 4 núcleos a 2.67GHz com hyperthreading e 8MB cache nível 3.
* 6GB de RAM.
* 2 discos de 500GB com 16MB de cache.
Os testes executados em todos os sistema operativos foram:
* Tempo de instalação.
* Espaço necessário para a instalação.
* Tempo de arranque e encerramento.
* Tempo de cópia de ficheiros de USB para HDD (disco rígido), e de HDD para HDD.
* Tempo de execução do benchmark Richards.
Contabilizámos também, apenas por curiosidade, qual o número de cliques no rato, necessários na instalação de cada SO (sistema operativo).
Antes de avançar com os resultados, existem uma série de condições a clarificar:
* Para garantir justiça absoluta, o tempo de instalação foi medido desde o momento em que o computador foi ligado até ao momento em que foi atingido o ambiente de trabalho.
* O mesmo hardware foi utilizado para todos os testes e os SO foram instalados de novo para este artigo.
* Usámos as versões Ultimate do Windows Vista e do Windows 7, simplesmente porque o Windows 7 foi fornecido apenas nesta versão.
* Usámos o Windows Vista com Service Pack 1, para reflectir fielmente a experiência actual da maior parte dos utilizadores.
* A versão do Windows 7, é a Beta distribuída recentemente pela Microsoft. É provável que seja tão ou mais rápida que a versão final.
* Para o Ubuntu 9.04 usámos a build diária do dia 22 de Janeiro de 2009.
* Todos os SO foram instalados com as opções standard, nada foi mudado.
* Depois de verificar a quantidade de espaço necessária durante a instalação inicial, cada SO foi actualizado com todos os patches existentes, antes de qualquer outro teste ser executado.
* Informaram-nos que o Windows Vista (e provavelmente, o Windows 7 também) tem tecnologia para aumentar a rapidez do sistema ao longo do tempo, à medida que eaprende a colocar inteligentemente os programas em cache.
* O Windows permite também utilizar dispositivos flash para aumentar temporariamente a velocidade do sistema (Readyboost). Nenhum dos nossos testes utilizou esta tecnologia.
* Os testes aos sistema de ficheiros, arranque, enceramento e o teste Richards foram executados 3 vezes cada, e foi feita uma média do desempenho em cada um.
E claro, ter em conta que é muito, mas muito provável que alguns tweaks (afinações) a qualquer um destes sistemas operativos possam fazer uma grande diferença nestes resultados, mas não estamos muito interessados nisso - estes resultados reflectem aquilo que se obtém depois de se instalar apenas o SO, que é a atitude mais comum dos utilizadores.
Quantidade de tempo gasto na instalação, desde o ligar da máquina até ao ambiente de trabalho. Medido em segundos. Quanto menor, melhor.
À primeira vista, pode parecer que o Ubuntu se instala muito mais rápido que qualquer versão do Windows, e embora isso seja verdade, existe uma condicionante importante: tanto o Vista como o Seven correm um benchmark de sistema ao longo da instalação para determinar as capacidades da máquina.
Um teste picuinhas… quantos cliques no rato são necessários para instalar o SO com as opções standard?
Surpreendentemente, o Ubuntu fá-lo com metade dos cliques do Windows 7. Notar que, obviamente, isto não faz do Ubuntu duas vezes mais fácil de instalar que o Seven. Medido em cliques, quanto menor, melhor.
Espaço gasto em disco, imediatamente após uma instalação. Medido em GB, quanto menos, melhor.
Embora algumas pessoas possam reclamar o facto de termos usado as edições Ultimate do Vista e Seven, provavelmente esquecem-se que o Ubuntu standard inclui logo software como a suite de produtividade Open Office.
Nota: O Vista falhou na detecção da placa de rede durante a instalação, deixando-nos sem conexão à Internet até instalarmos o driver apropriado.
Arranque e encerramento
O tempo de arranque foi medido também a partir do momento em que a máquina foi ligada, e o temporizador parou assim que o ambiente de trabalho foi carregado. A nossa máquina leva cerca de 20 segundos a passar pelo ecrã POST, mas para evitar dúvidas acerca do momento certo para começar a contagem, foi iniciada assim que o botão da máquina foi premido.
Tempo necessário para o computador arrancar, desde o premir do botão da máquina até ao ambiente de trabalho funcional. Medido em segundos, quanto menos, melhor.
A versão 32-bit do Windows 7 é a única que bate a fasquia de 1 minuto apenas, mas essa vantagem é rapidamente perdida na mudança para os 64-bit. O Linux sempre foi mais lento a arrancar, mas reconhecemos que reduzir o tempo de arranque é um dos objectivos da nova versão Ubuntu 9.04.
Tempo requerido para encerrar, desde o premir do botão da máquina até a mesma desligar-se. Medido em segundos, quanto menos, melhor.
O Windows fica um pouco para trás dos Linuxes, com os 64-bit a revelarem-se mais uma vez uma fraqueza - agora para o Windows Vista.
Sistema de ficheiros
Para testar o desempenho dos sistemas de ficheiros, corremos 4 testes: copiar ficheiros de grande dimensão de USB para o HDD (disco rígido), copiar pequenos ficheiros de USB para o HDD, e copiar pequenos ficheiros do HDD para o HDD. Os testes entre HDDs copiaram dados desde uma parte do disco para outra, de forma a simular a cópia para um disco diferente.
Para referência, o teste de grandes ficheiros foi constituído por 39 ficheiros numa pasta, perfazendo um total de 399MB. O teste de pequenos ficheiros compreendia 2.154 ficheiros em 127 pastas, perfazendo um total de 603MB. Cada um destes teste foram executados com a cache de escrita desabilitada, para garantir a escrita completa de ficheiros.
Tempo gasto na cópia de pequenos ficheiros de um dispositivo flash USB para o disco rígido. Medido em segundos, quanto menos, melhor.
Tempo gasto na cópia de pequenos ficheiros de um local para outro no mesmo disco rígido. Medido em segundos, quanto menos, melhor.
Lembramos que o Windows 7 está pelo menos a 9 meses do seu lançamento.
Tempo gasto na cópia de grandes ficheiros de um dispositivo flash USB para o disco rígido. Medido em segundos, quanto menos, melhor.
hdd_hdd_grandes_ficheiros_small.png
Tempo gasto na cópia de grandes ficheiros de um local para outro no mesmo disco rígido. Medido em segundos, quanto menos, melhor.
Com a excepção do Windows 7, enquanto copiávamos grandes ficheiros no disco rígido, o Windows sofria geralmente comparando-o com o Linux em todos estes testes. Obviamente que o Windows tem de se preocupar com coisas que o Linux não tem, como por exemplo verificações de DRM, mas este teste mostra o quão drástica é a diferença de performance entre estes dois.
Nota: O Windows Vista e o Windows 7 parecem ter dificuldade com a cópia de imensos pequenos ficheiros, mas claramente que isto é muito mais que um driver descuidado pois algumas das velocidades de cópia de grandes ficheiros são incríveis no Windows 7.
Tanto o Vista como o Windows 7 parecem introduzir atrasos aleatórios aquando a eliminação de ficheiros. Por exemplo, uma em cada três vezes, quando pretendemos apagar ficheiros, este ecrã mostrado abaixo aparece, e não acontece nada durante 25-30 segundos, até começar subitamente em acção e apagar os ditos ficheiros. De qualquer forma, isto não constava nos nosso testes, por isso não foi incluído nos números abaixo.
Benchmark Richards
Nota: Este teste foi executado usando o Python multi-plataforma. Para futura referência, o Ubuntu 8.10 usa o Python 2.5.2, o Ubuntu 9.04 usa o Python 2.5.4, e utilizámos o Python 2.5.4 nos testes em Windows. Embora os resultados dos 64-bit para o Linux e Windows não pareçam muito diferentes, admitimos estar impressionados com os testes do Windows - o desvio entre os testes foi de apenas 3 milissegundos no Vista, e 5 milissegundos no Seven, comparados com os 20 milissegundos do Linux.
benchmark_richards_small.png
Tempo levado na execução do benchmark em Python de Richards. Medido em milissegundos, quanto menos, melhor.
É claro que podemos concluir a partir deste gráfico que ter um SO de 64-bit pode fazer grande diferença em tarefas de grande computação, mas não é muito agradável ver o Windows ultrapassar (positivamente) o Linux em quase todos os resultados.
Mudando para ext4 (sistema de ficheiros)
Todos os benchmarks Linux abaixo indicados foram executados usando o sistema de ficheiros ext3, mas o que será que acontece quando mudamos para ext4? Bem, não muito!
Arranque, encerramento e testes ao sistema de ficheiros para o Ubuntu 9.04/x86-64 usando ext3 (azul) e ext4 (vermelho). Medido em segundos, quanto menos, melhor.
Embora não houvesse diferença entre o tempo de encerramento, o tempo de arranque usando ext4 caiu 8 segundos, que é já uma melhoria considerável.
Provavelmente poderemos descartar os testes entre USB e HDD, pois deverão estar próximo dos testes anteriores. Desta forma, restam-nos os testes entre zonas diferentes do disco rígido, e foi aqui que nos deparámos com uma saudável melhoria: 3,7 segundos foram suprimidos do teste de pequenos ficheiros, tornando o ext4 cerca de 25% mais rápido que o seu predecessor.
Os nossos testes mostraram uma melhoria na transferência de grandes ficheiros, mas não tão considerável.
Conclusões
Os benchmarks são sempre inundados com questões, incertezas, margens de erros e outras complexidades, e é por isso que não iremos olhar profundamente para as mesmas.
Embora o Linux tenha vindo a ganhar terreno ao Windows, os nossos testes mostraram que existem algumas situações em que o Windows 7 mostra grandes melhorias e isso é óptimo para uma competição a longo termo.
De qualquer forma, o Linux não está parado: com o novo sistema de ficheiros ext4, agora estável, esperamos que seja adoptado pelas distribuições em pouco tempo. Infelizmente parece que o Ubuntu 9.04 não será das primeiras distribuições a fazer esta troca, por isso os utilizadores ou ficarão pelas performances habituais ou saltarão para o Fedora, que fará a troca para o ext4 já no lançamento da próxima versão.
Fonte: TuxRadar
5 de fev. de 2009
Pen Usb com Post-it

É tão simples como isso ... Basta ter um bocado de madeira, furar um buraco em que, em seguida, ligue um módulo 2GB de memória USB no mesmo buraco, agora remover madeira suficiente para colocar alguns mini-lo e publicá-la em "Voila" você acaba de fazer sua própria madeira 2GB USB Thumb chave com dispensador post it ...
Você sabe o quê, espanta-me que ninguém fez algo assim antes ...
4 de fev. de 2009
Google Earth 5.0
O Google não pára de evoluir e expandir a sua ferramenta de georeferenciação para todos os espaços “referenciáveis”. Depois de cobrir quase a totalidade do globo terrestre, acima do nível da água, depois de partir para o espaço, o Google Earth mergulha agora nas profundezas dos oceanos.
Esta nova versão permite explorar com mais detalhe o globo terrestre. Agora com imagens mais nítidas e realistas, o Google Earth permite recuar na timeline do clima terrestre e acompanhar todas as alterações climatéricas ocorridas no planeta até aos dias de hoje.
Veja os contínuos degelos dos glaciares árcticos, as áreas agora encharcadas pelos mares e por outros lado a erosão que a costa tem vindo a sofrer. Veja a desflorestação intensiva que está paulatinamente a destruir o pulmão do mundo, tudo suportado por informações de várias agências mundiais como a National Geographic, BBC Earth, Cousteau Ocean World, entre outras.
Mas a grande novidade são as informações oceanográficas, com dados sobre os locais mais profundos, as fossas marinhas, os picos e estreitos, as correntes entre muita outra boa informação.
Veja e recolha o posicionamento das embarcações naufragadas e outros locais de culto oceânico. Informe-se sobre valores da ondulação, temperatura e condições na orla marítima.
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Além desta fantástica ferramenta, dentro da magnifica caixa de ferramentas que se está a tornar o Google Earth, o utilizador pode gravar as suas viagens, destacar no Google Earth e partilhar com os seus amigos e familiares, dê vida própria às suas histórias e deixe que elas falem por si.
A instalação desta versão do Google Earth inaugura um novo formato de instalação assistida, o Google Update. Curiosidade é o facto de sugerir (forcing) a instalação paralela do Google Chrome.
Download: Google Earth 5.0.11337.1968 Beta [7.37MB]
Homepage: Google Earth
Windows 7 - 6 versões serão apresentadas
Já é oficial. Apesar das muitas críticas à quantidade de versões do Windows Vista, o Windows 7 continuará esta tendência.
Apesar das críticas e dos pedidos de utilizadores para que houvesse uma ou duas versões apenas do Windows 7, a Microsoft anunciou seis versões diferentes: Starter, Home Basic, Home Premium, Professional, Enterprise e Ultimate.
A Microsoft afirma que a esmagadora maioria dos utilizadores irá escolher entre duas versões: Windows 7 Home Premium e Professional. As restantes versões são dirigidas a mercados específicos.
A Home Basic é agora dirigida apenas aos mercados emergentes, enquanto que a Enterprise é a versão para grandes volumes de licenças. A versão Ultimate continuará a ser aquela que inclui todas as funcionalidades de todas as versões.
A Microsoft diz que, ao contrário do que acontece com o Windows Vista, no Windows 7 as versões superiores terão as funcionalidades presentes nas inferiores. Assim, o Business incluirá o Media Center.
Para mais informações, pode consultar o press release disponibilizado pela empresa. Exame Informática
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