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8 de jun. de 2009

Descoberto Vírus Que Permite Roubar Dados em Máquinas ATM


Foi identificado na Europa de Leste um novo programa malicioso que permite infectar máquinas ATM. O programa é utilizado para roubo de dados e do código PIN dos cartões utilizados nessas máquinas.


A descoberta foi feita pela analista de segurança informática Trustwave, que fez uma investigação a vários vírus identificados em máquinas ATM situadas naquela região geográfica.

Ao que tudo indica este vírus é instalado em algumas máquinas através de um tipo de cartão magnético já infectado, permitindo depois aos cibercriminosos roubarem os dados pessoais e códigos PIN dos cartões que são utilizados nas ATM infectadas.

Apesar da ameaça ser real, um dos autores da investigação defende que o mecanismo ainda é bastante rudimentar para que a informação seja enviada para outros locais, através da Internet.

Mesmo assim, há a possibilidade dos dados serem impressos nos recibos das máquinas ou enviados para dispositivos de armazenamento, alertam.

Partido Pirata Sueco elege um Deputado Europeu

Esta noite confirmaram-se as estatísticas e com 7% dos votos, o PP garante representatividade no circulo europeu.
O Partido Pirata foi fundado em 2006 e engrossou recentemente as suas fileiras após a sentença contra os criadores do site sueco de partilha de ficheiros “Pirate Bay”, que determinou o pagamento de uma multa de mais de 2,7 milhões de euros a gigantes mundiais como a Warner Bros, Sony Music, EMI e Columbia Pictures. Após a sentença dispararam as filiações partidárias, que se cifram actualmente em mais de 46 mil membros, sobretudo jovens, um factor que causa a inveja dos partidos mais “tradicionais”, incluindo o do primeiro-ministro Fredrik Reinfeldt.
5 de jun. de 2009

Hackers espalham vírus com supostas fotos da queda de avião

O acidente que envolveu o voo 447 da Air France, que viajava de Rio de Janeiro a Paris e caiu perto das ilhas de Fernando de Noronha, está a ser utilizado por hackers em mensagens de spam que prometem fotos dos destroços.


A táctica é semelhante à de outros casos, em que os cibernautas recebem mensagens de e-mail que prometem fotografias e vídeos de acontecimentos trágicos ou com celebridades.

Desta vez os responsáveis afirmam que têm imagens dos destroços da aeronave, captadas por um site francês.

Na mesma mensagem é apresentado um link para uma lista das pessoas que se encontravam a bordo, que esconde malware.

Tal como em situações semelhantes, as fabricantes de anti-vírus aconselham a não abrir e apagar mensagens deste tipo enviadas por contactos desconhecidos.SOL
13 de mai. de 2009

Uso do Magalhães pode fazer disparar casos de miopia

Convicto deste projecto, que fez mexer o nosso pequeno país. O Magalhães foi, é e será, a grande iniciativa estatal de dinamização individual no âmbito tecnológico dirigido à massa estudantil. No entanto, não são só benefícios que um utilizador recebe ao utilizar o Magalhães, há aspecto ligados à saúde que podem comprometer.


Neste sentido deixo-vos uma referencia do DN a essa preocupação que deverá ser levada em conta pelos encarregados de educação.

A utilização do computador Magalhães pode fazer disparar os casos de miopia entre as crianças devido ao tamanho do portátil e às letras muito pequenas, que obrigam a uma leitura muito próxima, alertou hoje a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia.

“Com o uso cada vez maior do computador e, neste caso, de um portátil que ainda é mais pequeno, com letras mais pequenas, em que se procuram distâncias de leitura cada vez mais próximas, o número de miopias com certeza vai aumentar em flecha”, disse hoje à agência Lusa Augusto Barbosa, coordenador do Grupo Português de Ergoftalmologia, da SPO.

O oftalmologista defendeu que o Governo deve informar e sensibilizar a população em geral para a importância da ergonomia visual. “Se se preocuparam em colocar o Magalhães nas escolas, também deveriam alertar para alguns cuidados a ter com o uso dos computadores, prevenindo o aparecimento de patologias do foro ocular.”

Para Augusto Barbosa, a entrega do famoso portátil deveria ser acompanhada de informação que pudesse “sensibilizar os pais para os problemas que poderá ter o uso exagerado do computador”.

A SPO alerta que o uso inadequado e excessivo do computador pode afectar a visão. “Já se fala em síndrome da visão de computador e acredita-se que o aumento da prevalência da miopia, da hipermetropia, do cansaço ocular e do olho seco está relacionado com a utilização crescente das novas tecnologias”, frisou.

Estima-se que a síndrome da visão de computador afecte mais de 70 por cento da população adulta activa da Europa.

Paralelamente, alguns estudos de universidades norte-americanas apontam que cerca de 30 por cento dos jovens que passam demasiado tempo em frente ao computador estejam em risco de desenvolver problemas oculares, como olho seco, irritação ocular, cansaço, hipersensibilidade à luz, hipermetropia e miopia.

Augusto Barbosa adiantou à Lusa que esta síndrome não atinge valores tão elevados em Portugal, mas considera que com “o uso cada vez maior de computadores, e agora o Magalhães, pode chegar-se a números muito próximos”.

“Há cada vez mais míopes, o que pode estar relacionado com o uso do computador”, disse. Por outro lado, a síndrome do olho seco pode resultar em situações mais graves, como a formação de micro-úlceras na córnea, que podem levar à “incapacidade para algumas actividades comuns do dia-a-dia”.

O oftalmologista explicou que há vários factores relacionados com o uso do computador que propiciam as alterações visuais.

“Habitualmente, pestanejamos 20 a 25 vezes por minuto, mas, em frente ao computador, pode haver uma redução de 10 a 20 por cento no número de pestanejos, abrindo-se caminho para a sensação de ardor e irritabilidade”, disse.

A postura, a distância em relação ao ecrã, o tempo passado em frente ao mesmo e as condições envolventes podem levar a problemas oftalmológicos e até de outro foro, como é o caso das enxaquecas, das cefaleias, das dores lombares ou dos espasmos musculares. E as pessoas que já sofrem de problemas visuais correm ainda mais riscos, alerta a SPO.

Para evitar o aparecimento das doenças oftálmicas relacionadas com os computadores, a SPO informa que o ecrã deve estar 10 a 25º abaixo do nível do olhar, a iluminação e o brilho envolventes devem ser equilibrados (evitar os reflexos), o monitor tem de estar limpo, os olhos devem estar a 50 ou 60 centímetros de distância do ecrã e fazer pausas de cinco a dez minutos por cada hora de trabalho.

“Se não se reunirem as condições mínimas para que a pessoa sofra o mínimo de efeitos secundários, a produtividade a nível laboral pode ser comprometida. E, ainda mais grave, a síndrome da visão de computador poderá vir a ser um problema de saúde pública”, acrescentou. DN
20 de abr. de 2009

EOS o Smartphone flexível



O stress do dia a dia faz-nos deixar muitos objectos para trás, quando estamos realmente com pressa. Certamente já se esqueceu de tudo um pouco, relógio, telemóvel, etc… calma! No futuro não vai ter que se preocupar, porque terá tudo num dispositivo de bolso, tão confortável de usar como uma carteira.

É um conceito inovador o apresentado pela Kyocera, uma multinacional no ramo de tecnologias wireless, referimos-nos ao seu smartphone EOS. A visão por trás desta gadget, começa na sua concepção baseado num material à base de polímero, que concede a este prodígio tecnológico, uma flexibilidade ímpar num dispositivo móvel.

Ao longe quando dobrado, quase que se confundirá com uma bolsa. A tecnologia de memória “shape”, permite que quando o telemóvel está em uso, as teclas ganhem relevo para que possa escrever as suas mensagens, ou quem sabe aceder à Internet (lembro que é apenas um protótipo, por isso tudo será de esperar). Quando deixar de usar o EOS, as teclas irão retomar uma profundidade igual à restante estrutura, de modo a produzir uma superfície coerente com a restante.

Podem ser efectuadas chamadas neste dispositivo ou enviar mensagens escritas, enquanto este se encontrar semi-aberto. Quando totalmente aberto, poderá ver em todo o seu esplendor o ecrã de alta definição e baixo consumo de energia, baseado na tecnologia OLED.

E por falar em energia, não terá que andar com o seu carregador atrás, mas não é o que está a pensar, este dispositivo não se alimenta de energia solar. Como fonte de energia o Kyocera EOS, usa a tecnologia Kynetic que produz energia graças ao movimento do ser humano (tecnologia que já usada há bastantes anos nos relógios Seiko).

Este é um exemplo a seguir e lamentamos que dos grandes fabricantes apenas a LG e a Samsung, sejam as únicas empresas interessadas em apostar em dispositivos ecológicos. Este dispositivo, no caso de ser bem sucedido, pode abrir uma nova oportunidade de negócio, servindo como base para desenvolvimento de produtos mesmo para o ramo do vestuário.

Já imaginou no futuro em vez de andar com relógio, telemóvel, ter uma carteira baseada nesta tecnologia que substitua os itens anteriores? Os factores ambientais poderão ser também uma boa razão para uma massificação destes dispositivos. O futuro, começa hoje.

Fonte: Inhabit

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2 de mar. de 2009

FineDrive iQ500 - GPS vindo da Coreia....






O FineDrive iQ500 é tudo em um GPS alimentado por uma ARM11 CPU 600 MHz, disponível apenas na Coreia. Nosso iQ500 pode ser usado como um GPS CAR regulares, mas também como uma média PMP. Vendido com 4 ou 8GB quer (SD Card) de memória que o iQ500 suporte cartões SDHC de até 32GB, tem um 7 "(800x480) ecrã táctil, executado em Windows Embedded CE 6.0, possui um módulo GPS, DMB TV Tuner, Apoio MP4, ASF , AVI, MPEG e WMV ficheiros vídeo, como MP3, AAC, AMR, QCP, WAV, FLAC, MID, WMA e OGG arquivos de áudio e apenas 370g de peso, um tamanho de 186 x 120 x 24 milímetros.

http://www.fine-drive.com/product/iQ500.asp?activeMenu=0&activeSub=10&depth=0
23 de fev. de 2009

Galáxia pode ter biliões de planetas Terra

Alan Boss, investigador do Instituto de Ciência de Carnegie, avançou a hipótese de existirem planetas como o nosso espalhados pela galáxia durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência realizado em Chicago.

Durante o seu discurso, Alan Boss revelou que os telescópios detectaram até ao momento cerca de 300 planetas fora do sistema solar. A maioria são formados por gás como Júpiter, poucos são os que conseguiriam suportar vida.

Em declarações à BBC o investigador afirmou "não só são provavelmente habitáveis como poderão a vir ser habitados", avançando que o processo de habitação poderá ser iniciado com formas de vida que povoaram a Terra há cerca de três ou quatro biliões de anos atrás - bactérias.

Uma investigação realizada pela Universidade de Edimburgo tentou quantificar o número de civilizações "lá fora" e as conclusões apontam para alguns milhares daquele género.
16 de fev. de 2009

Sandisk e Sony Com Memory Sticks de 2TB

A concorrência é sempre salutar e um excelente exemplo é o facto da Associação SD ter como objectivo atingir os 2TB de capacidade nos cartões SDXC. Em resposta a Sony em parceria com a SanDisk falam já do desenvolvimento de cartões Memory Stick que podem atingir a capacidade de 2TB. Na esperança de responder à procura de cartões com maior capacidade devido às fotografias e vídeos de alta resolução.

O formato Memory Stick para Alta Capacidade Estendida será o responsável por expandir o anterior formato 'Memory Stick PRO', que inclui os modelos Memory Stick PRO, Memory Stick PRO HG e Memory Stick Micro (M2), para atingir um máximo de capacidade de armazenamento de 2TB, tratando-se de 60 vezes mais que o actual limite de 32GB.

Não sendo o aumento de capacidade por si só um feito a enaltecer, a Sony e a Sandisk procuram ir mais longe e no que respeita a velocidades de transferência prometem levar os novos formatos a novos limites. Com um interface paralelo de 8-bit podem atingir velocidades de até 60 MB/s, três vezes mais que os cartões M2 disponíveis actualmente. Mesmo os novos Memory Stick HG Micro também serão alvo da nova extensão de capacidade podendo conter até 2TB.

De acordo com as empresas parceiras, o licenciamento dos formatos relativo ao Memory Stick para Alta Capacidade Estendida e o 'Memory Stick HG Micro estão programados para o corrente ano de 2009.
12 de fev. de 2009

Duelo de titãs: Ubuntu vs. Vista vs. Seven



O murmúrio acerca das novidades do Windows 7 tem sido quase constante, mas como é que este novo sistema operativo se compara ao Ubuntu em testes da vida real?

Colocámos o Ubuntu 8.10, o Windows Vista e o Windows 7 frente-a-frente (versões 32-bit e 64-bit) para observar a forma como o Ubuntu 8.10 enfrenta o seu novo adversário. E, só para testar, fizemos testes usando também o novo Jaunty Jackalope com o novo sistema de ficheiros ext4.



Quando os utilizadores de Windows afirmam que a instalação do Windows 7 é mais fácil do que nunca, o que será que querem mesmo dizer? Quando afirmam ser mais rápida, é fruto da sua imaginação, ou a Microsoft terá mesmo melhorado? E, talvez o mais importante, quando os benchmarkers de Linux nos mostram o poderio do ext4 face ao ext3, será que isto se traduz em benefícios reais para o utilizador?

Estas são questões que quisemos responder, e então, pedimos à Dell que nos fornecesse uma máquina de grande performance, dando asas ao alto desempenho destes sistemas operativos.

Máquina de testes:

* CPU Intel Core i7 920, 4 núcleos a 2.67GHz com hyperthreading e 8MB cache nível 3.
* 6GB de RAM.
* 2 discos de 500GB com 16MB de cache.

Os testes executados em todos os sistema operativos foram:

* Tempo de instalação.
* Espaço necessário para a instalação.
* Tempo de arranque e encerramento.
* Tempo de cópia de ficheiros de USB para HDD (disco rígido), e de HDD para HDD.
* Tempo de execução do benchmark Richards.

Contabilizámos também, apenas por curiosidade, qual o número de cliques no rato, necessários na instalação de cada SO (sistema operativo).

Antes de avançar com os resultados, existem uma série de condições a clarificar:

* Para garantir justiça absoluta, o tempo de instalação foi medido desde o momento em que o computador foi ligado até ao momento em que foi atingido o ambiente de trabalho.
* O mesmo hardware foi utilizado para todos os testes e os SO foram instalados de novo para este artigo.
* Usámos as versões Ultimate do Windows Vista e do Windows 7, simplesmente porque o Windows 7 foi fornecido apenas nesta versão.
* Usámos o Windows Vista com Service Pack 1, para reflectir fielmente a experiência actual da maior parte dos utilizadores.
* A versão do Windows 7, é a Beta distribuída recentemente pela Microsoft. É provável que seja tão ou mais rápida que a versão final.
* Para o Ubuntu 9.04 usámos a build diária do dia 22 de Janeiro de 2009.
* Todos os SO foram instalados com as opções standard, nada foi mudado.
* Depois de verificar a quantidade de espaço necessária durante a instalação inicial, cada SO foi actualizado com todos os patches existentes, antes de qualquer outro teste ser executado.
* Informaram-nos que o Windows Vista (e provavelmente, o Windows 7 também) tem tecnologia para aumentar a rapidez do sistema ao longo do tempo, à medida que eaprende a colocar inteligentemente os programas em cache.
* O Windows permite também utilizar dispositivos flash para aumentar temporariamente a velocidade do sistema (Readyboost). Nenhum dos nossos testes utilizou esta tecnologia.
* Os testes aos sistema de ficheiros, arranque, enceramento e o teste Richards foram executados 3 vezes cada, e foi feita uma média do desempenho em cada um.

E claro, ter em conta que é muito, mas muito provável que alguns tweaks (afinações) a qualquer um destes sistemas operativos possam fazer uma grande diferença nestes resultados, mas não estamos muito interessados nisso - estes resultados reflectem aquilo que se obtém depois de se instalar apenas o SO, que é a atitude mais comum dos utilizadores.




Quantidade de tempo gasto na instalação, desde o ligar da máquina até ao ambiente de trabalho. Medido em segundos. Quanto menor, melhor.

À primeira vista, pode parecer que o Ubuntu se instala muito mais rápido que qualquer versão do Windows, e embora isso seja verdade, existe uma condicionante importante: tanto o Vista como o Seven correm um benchmark de sistema ao longo da instalação para determinar as capacidades da máquina.


Um teste picuinhas… quantos cliques no rato são necessários para instalar o SO com as opções standard?

Surpreendentemente, o Ubuntu fá-lo com metade dos cliques do Windows 7. Notar que, obviamente, isto não faz do Ubuntu duas vezes mais fácil de instalar que o Seven. Medido em cliques, quanto menor, melhor.



Espaço gasto em disco, imediatamente após uma instalação. Medido em GB, quanto menos, melhor.

Embora algumas pessoas possam reclamar o facto de termos usado as edições Ultimate do Vista e Seven, provavelmente esquecem-se que o Ubuntu standard inclui logo software como a suite de produtividade Open Office.

Nota: O Vista falhou na detecção da placa de rede durante a instalação, deixando-nos sem conexão à Internet até instalarmos o driver apropriado.
Arranque e encerramento

O tempo de arranque foi medido também a partir do momento em que a máquina foi ligada, e o temporizador parou assim que o ambiente de trabalho foi carregado. A nossa máquina leva cerca de 20 segundos a passar pelo ecrã POST, mas para evitar dúvidas acerca do momento certo para começar a contagem, foi iniciada assim que o botão da máquina foi premido.


Tempo necessário para o computador arrancar, desde o premir do botão da máquina até ao ambiente de trabalho funcional. Medido em segundos, quanto menos, melhor.

A versão 32-bit do Windows 7 é a única que bate a fasquia de 1 minuto apenas, mas essa vantagem é rapidamente perdida na mudança para os 64-bit. O Linux sempre foi mais lento a arrancar, mas reconhecemos que reduzir o tempo de arranque é um dos objectivos da nova versão Ubuntu 9.04.



Tempo requerido para encerrar, desde o premir do botão da máquina até a mesma desligar-se. Medido em segundos, quanto menos, melhor.

O Windows fica um pouco para trás dos Linuxes, com os 64-bit a revelarem-se mais uma vez uma fraqueza - agora para o Windows Vista.
Sistema de ficheiros

Para testar o desempenho dos sistemas de ficheiros, corremos 4 testes: copiar ficheiros de grande dimensão de USB para o HDD (disco rígido), copiar pequenos ficheiros de USB para o HDD, e copiar pequenos ficheiros do HDD para o HDD. Os testes entre HDDs copiaram dados desde uma parte do disco para outra, de forma a simular a cópia para um disco diferente.

Para referência, o teste de grandes ficheiros foi constituído por 39 ficheiros numa pasta, perfazendo um total de 399MB. O teste de pequenos ficheiros compreendia 2.154 ficheiros em 127 pastas, perfazendo um total de 603MB. Cada um destes teste foram executados com a cache de escrita desabilitada, para garantir a escrita completa de ficheiros.


Tempo gasto na cópia de pequenos ficheiros de um dispositivo flash USB para o disco rígido. Medido em segundos, quanto menos, melhor.



Tempo gasto na cópia de pequenos ficheiros de um local para outro no mesmo disco rígido. Medido em segundos, quanto menos, melhor.

Lembramos que o Windows 7 está pelo menos a 9 meses do seu lançamento.



Tempo gasto na cópia de grandes ficheiros de um dispositivo flash USB para o disco rígido. Medido em segundos, quanto menos, melhor.

hdd_hdd_grandes_ficheiros_small.png

Tempo gasto na cópia de grandes ficheiros de um local para outro no mesmo disco rígido. Medido em segundos, quanto menos, melhor.

Com a excepção do Windows 7, enquanto copiávamos grandes ficheiros no disco rígido, o Windows sofria geralmente comparando-o com o Linux em todos estes testes. Obviamente que o Windows tem de se preocupar com coisas que o Linux não tem, como por exemplo verificações de DRM, mas este teste mostra o quão drástica é a diferença de performance entre estes dois.

Nota: O Windows Vista e o Windows 7 parecem ter dificuldade com a cópia de imensos pequenos ficheiros, mas claramente que isto é muito mais que um driver descuidado pois algumas das velocidades de cópia de grandes ficheiros são incríveis no Windows 7.

Tanto o Vista como o Windows 7 parecem introduzir atrasos aleatórios aquando a eliminação de ficheiros. Por exemplo, uma em cada três vezes, quando pretendemos apagar ficheiros, este ecrã mostrado abaixo aparece, e não acontece nada durante 25-30 segundos, até começar subitamente em acção e apagar os ditos ficheiros. De qualquer forma, isto não constava nos nosso testes, por isso não foi incluído nos números abaixo.

Benchmark Richards

Nota: Este teste foi executado usando o Python multi-plataforma. Para futura referência, o Ubuntu 8.10 usa o Python 2.5.2, o Ubuntu 9.04 usa o Python 2.5.4, e utilizámos o Python 2.5.4 nos testes em Windows. Embora os resultados dos 64-bit para o Linux e Windows não pareçam muito diferentes, admitimos estar impressionados com os testes do Windows - o desvio entre os testes foi de apenas 3 milissegundos no Vista, e 5 milissegundos no Seven, comparados com os 20 milissegundos do Linux.

benchmark_richards_small.png

Tempo levado na execução do benchmark em Python de Richards. Medido em milissegundos, quanto menos, melhor.

É claro que podemos concluir a partir deste gráfico que ter um SO de 64-bit pode fazer grande diferença em tarefas de grande computação, mas não é muito agradável ver o Windows ultrapassar (positivamente) o Linux em quase todos os resultados.
Mudando para ext4 (sistema de ficheiros)

Todos os benchmarks Linux abaixo indicados foram executados usando o sistema de ficheiros ext3, mas o que será que acontece quando mudamos para ext4? Bem, não muito!


Arranque, encerramento e testes ao sistema de ficheiros para o Ubuntu 9.04/x86-64 usando ext3 (azul) e ext4 (vermelho). Medido em segundos, quanto menos, melhor.

Embora não houvesse diferença entre o tempo de encerramento, o tempo de arranque usando ext4 caiu 8 segundos, que é já uma melhoria considerável.

Provavelmente poderemos descartar os testes entre USB e HDD, pois deverão estar próximo dos testes anteriores. Desta forma, restam-nos os testes entre zonas diferentes do disco rígido, e foi aqui que nos deparámos com uma saudável melhoria: 3,7 segundos foram suprimidos do teste de pequenos ficheiros, tornando o ext4 cerca de 25% mais rápido que o seu predecessor.

Os nossos testes mostraram uma melhoria na transferência de grandes ficheiros, mas não tão considerável.
Conclusões

Os benchmarks são sempre inundados com questões, incertezas, margens de erros e outras complexidades, e é por isso que não iremos olhar profundamente para as mesmas.

Embora o Linux tenha vindo a ganhar terreno ao Windows, os nossos testes mostraram que existem algumas situações em que o Windows 7 mostra grandes melhorias e isso é óptimo para uma competição a longo termo.

De qualquer forma, o Linux não está parado: com o novo sistema de ficheiros ext4, agora estável, esperamos que seja adoptado pelas distribuições em pouco tempo. Infelizmente parece que o Ubuntu 9.04 não será das primeiras distribuições a fazer esta troca, por isso os utilizadores ou ficarão pelas performances habituais ou saltarão para o Fedora, que fará a troca para o ext4 já no lançamento da próxima versão.

Fonte: TuxRadar
5 de fev. de 2009

Pen Usb com Post-it




É tão simples como isso ... Basta ter um bocado de madeira, furar um buraco em que, em seguida, ligue um módulo 2GB de memória USB no mesmo buraco, agora remover madeira suficiente para colocar alguns mini-lo e publicá-la em "Voila" você acaba de fazer sua própria madeira 2GB USB Thumb chave com dispensador post it ...

Você sabe o quê, espanta-me que ninguém fez algo assim antes ...
4 de fev. de 2009

Google Earth 5.0



O Google não pára de evoluir e expandir a sua ferramenta de georeferenciação para todos os espaços “referenciáveis”. Depois de cobrir quase a totalidade do globo terrestre, acima do nível da água, depois de partir para o espaço, o Google Earth mergulha agora nas profundezas dos oceanos.


Esta nova versão permite explorar com mais detalhe o globo terrestre. Agora com imagens mais nítidas e realistas, o Google Earth permite recuar na timeline do clima terrestre e acompanhar todas as alterações climatéricas ocorridas no planeta até aos dias de hoje.

Veja os contínuos degelos dos glaciares árcticos, as áreas agora encharcadas pelos mares e por outros lado a erosão que a costa tem vindo a sofrer. Veja a desflorestação intensiva que está paulatinamente a destruir o pulmão do mundo, tudo suportado por informações de várias agências mundiais como a National Geographic, BBC Earth, Cousteau Ocean World, entre outras.

Mas a grande novidade são as informações oceanográficas, com dados sobre os locais mais profundos, as fossas marinhas, os picos e estreitos, as correntes entre muita outra boa informação.

Veja e recolha o posicionamento das embarcações naufragadas e outros locais de culto oceânico. Informe-se sobre valores da ondulação, temperatura e condições na orla marítima.


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Além desta fantástica ferramenta, dentro da magnifica caixa de ferramentas que se está a tornar o Google Earth, o utilizador pode gravar as suas viagens, destacar no Google Earth e partilhar com os seus amigos e familiares, dê vida própria às suas histórias e deixe que elas falem por si.



A instalação desta versão do Google Earth inaugura um novo formato de instalação assistida, o Google Update. Curiosidade é o facto de sugerir (forcing) a instalação paralela do Google Chrome.

Download: Google Earth 5.0.11337.1968 Beta [7.37MB]
Homepage: Google Earth

Windows 7 - 6 versões serão apresentadas




Já é oficial. Apesar das muitas críticas à quantidade de versões do Windows Vista, o Windows 7 continuará esta tendência.
Apesar das críticas e dos pedidos de utilizadores para que houvesse uma ou duas versões apenas do Windows 7, a Microsoft anunciou seis versões diferentes: Starter, Home Basic, Home Premium, Professional, Enterprise e Ultimate.


A Microsoft afirma que a esmagadora maioria dos utilizadores irá escolher entre duas versões: Windows 7 Home Premium e Professional. As restantes versões são dirigidas a mercados específicos.

A Home Basic é agora dirigida apenas aos mercados emergentes, enquanto que a Enterprise é a versão para grandes volumes de licenças. A versão Ultimate continuará a ser aquela que inclui todas as funcionalidades de todas as versões.

A Microsoft diz que, ao contrário do que acontece com o Windows Vista, no Windows 7 as versões superiores terão as funcionalidades presentes nas inferiores. Assim, o Business incluirá o Media Center.

Para mais informações, pode consultar o press release disponibilizado pela empresa. Exame Informática
 
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